Você já ouviu falar em terapia gamificada?

Manter os pacientes engajados durante o tratamento terapêutico nem sempre é uma tarefa simples, principalmente porque o paciente vai para a terapia estimular áreas nas quais apresenta alguma dificuldade. Se as atividades utilizadas forem repetitivas, poderão desestimular ainda mais os pacientes, fazendo com que o processo terapêutico se torne mais lento que o planejado.

 

Mas como tornar a terapia atraente e ao mesmo tempo desafiadora?

 

Aposte no uso de novos conceitos e tecnologias, como a gamificação, por exemplo. Sim! O uso de jogos pode transformar a sua terapia em uma atividade divertida sem perder a qualidade e melhor, mantendo os pacientes motivados.

 

O termo gamification surgiu no início dos anos 2000 com o britânico Nick Pelling, designer e programador de jogos. Conceitualmente, a gamificação pode ser definida como o uso da mecânica de jogos com o objetivo de engajar e motivar. Na saúde, a gamificação passou a ser aplicada considerando-se três vertentes: promoção do bem-estar, tratamento e treinamento de profissionais. As aplicações acontecem de diversas formas, que podem ir desde o uso de aplicativos para acompanhamento de atividades, como definição de um plano terapêutico considerando a arquitetura de um jogo, tornando o tratamento mais efetivo e divertido.

 

Diversas pesquisas científicas comprovaram que a diversão influencia positivamente no aprendizado de novas tarefas, porque a dopamina, hormônio da felicidade, estimula os centros de memória do cérebro, melhorando a capacidade de atenção. E tudo que precisamos em um processo terapêutico é de pacientes motivados e atentos, não é mesmo? Assim, o aprendizado de novas habilidades será consolidado com mais facilidade.

 

A arquitetura da gamificação está baseada em processos que podem ser aplicados ao plano terapêutico, tornando-o mais efetivo e assertivo.

 

Vamos conhecer?

 

Tenha metas claras

Definir junto com o paciente e sua família qual o objetivo da terapia, organizando metas claras e possíveis de serem atingidas

 

É necessário oferecer desafios

Para que seu paciente mantenha a motivação ele precisa sentir-se desafiado constantemente. Mas fique atento, é importante que o desafio não seja tão fácil, a ponto de não despertar interesse do seu paciente e nem tão difícil, a ponto de desmotivá-lo a seguir em frente.

 

Tenha níveis de dificuldade

A evolução de seu paciente precisa ser constante. Ao oferecer atividades que tenham níveis de dificuldade variados, ele se manterá alerta e motivado a vencer os próximos desafios.

 

Reconheça os avanços

Premie as vitórias de cada nível conquistado pelo seu paciente. Ao reconhecer seus avanços ele terá estímulo para vencer os próximos objetivos da terapia.

 

Mostre o progresso

Nada mais motivador para os pacientes do que perceber que os esforços estão se transformando em conquistas. Por isso, é importante mostrar o progresso, sempre indicando qual será a próxima etapa a ser conquistada.

 

Dê feedback

Aquela atividade preparada para a terapia foi um sucesso? Conte isso para o seu paciente. , se tiver faltado um pouquinho mais para que ele alcançasse, também é importante contar. Assim, as tarefas serão cada vez mais motivadoras.

 

Além de utilizar a arquitetura da gamificação na estruturação do plano terapêutico, você também pode oferecer aos seus pacientes jogos disponíveis em plataformas como o Afinando o Cérebro.

 

Aqui, você encontrará mais de 150 atividades, entre jogos e áudios, desenvolvidas por especialistas e comprovadas cientificamente, como base na arquitetura da gamificação que destacamos acima. E mais, além de realizar tarefas no consultório, seu paciente poderá continuar em casa.

 

Ofereça o que há de mais inovador para o seu paciente. Faça um cadastro gratuito na plataforma Afinando o Cérebro e descubra tudo o que a terapia gamificada pode oferecer. 



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